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Ensino bilíngue e intercâmbio: “Se Maria năo estudasse na Maple Bear, o desafio teria sido imenso”



Aos 8 anos de idade, Maria, do Year 3, viveu uma experiência em que o ensino bilíngue e a metodologia globalizada da Maple Bear fizeram toda a diferença. No segundo semestre de 2014, ela ingressou em um programa de intercâmbio na cidade de Fort Myers, na Flórida (EUA). Única brasileira na escola em que frequentou, a Canterbury School, Maria se comunicou exclusivamente em inglês e obteve um desempenho exemplar. Conversamos com sua mãe, a veterinária Joana Loureiro, para saber mais sobre essa rica experiência.

 

Como a Maria se saiu em relação à comunicação, socialização e até mesmo desempenho escolar?

Foi muito mais fácil do que imaginávamos. Em relação à comunicação, com uma semana a Maria já pegou o sotaque das "Florida Girls" que esticam um pouco as palavras e já falava igualzinho. Nós e a escola de lá nos preparamos para uma dificuldade na socialização, mas, para surpresa de todos, foi muito tranquilo - ela fez vários amigos, foi em várias festinhas de aniversário, fez playdates, tudo como uma nativa mesmo. O desempenho escolar, que era meu maior receio por ela ter pulado um semestre do Year 2, foi excelente. A professora americana não acreditava que ela nunca havia feito uma prova de Spelling, pois só tirava notas boas. Não deu trabalho na escola, foi muito elogiada pelo desempenho escolar. Estranhou um pouco a matemática, que na Maple Bear usa o concreto, e lá, como era uma escola tradicional, não se podia usar este método. Depois de umas duas monitorias, ela se acostumou com o novo jeito e não teve mais dificuldade.

 

A educação bilíngue influenciou de maneira positiva essa experiência?

Não seria possível vivermos esta experiência superintensa, como foi, se Maria não fosse bilíngue. Esse tempo deveria ser dedicado ao aprendizado do inglês, que para chegar ao nível destas crianças do Year 3 levaria uns dois anos. E não houve traumas, porque a língua não foi uma barreira. Ela acompanhou a turma de crianças nativas, fazia os deveres de casa como todos e foi muito bem avaliada. Isso é muito bom para a autoestima da criança.

 

Você acha que o aprendizado de uma segunda língua e de diferentes culturas ainda na infância pode influenciar na escolha de uma carreira no futuro? Quais os benefícios dessa experiência para a criança?

Eu acho que o inglês é fundamental, é a língua do mundo. E, para as crianças, fica tão natural que elas querem aprender outras línguas. Maria teve aula de francês na Canterbury e amou. Usou a técnica que a Maple Bear usa de fazer conexões entre as línguas e vivia falando umas frases em francês. Já me pediu pra fazer espanhol também, para conversar com as amigas que têm mãe espanhola. Parece clichê, mas abre a cabeça da criança, ela aprende que o mundo é muito interessante e cheio de conhecimento. Em relação à escolha da profissão, pode ser que influencie, mas o que tenho certeza é que qualquer universidade de língua inglesa pode ser uma opção, como as americanas, canadenses ou inglesas.

 

E para os pais, como é a experiência?

Foi fantástico ver uma criança de 8 anos mudando de país sem maiores problemas. Penso que se Maria não estudasse na Maple Bear, o desafio teria sido imenso.

 

Quais as dicas você daria para pais que também querem inscrever seus filhos em um programa de intercâmbio?

Procurar a melhor escola da região, que esteja aberta a estrangeiros, procurar saber quais os costumes locais e como melhor se inserir na comunidade.

 

Obrigado pela entrevista, Joana. Ficamos felizes em saber que a metodologia da Maple Bear colaborou para uma experiência tão rica.

O que mais me deixou feliz em relação à Maple Bear é ver que, além do inglês, o método de ensino da escola é fantástico.  Prepara as crianças para o mundo, as torna seres pensantes, donas do conhecimento. Não existem barreiras para as crianças desta escola.

 

Joana Loureiro e sua filha, Maria.

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